Qual o esporte que gasta mais calorias?

08/08/2007

Nem futebol, nem corrida. O esporte que mais gasta calorias é o squash, aquele jogo em que dois participantes usam uma raquete para rebater uma bolinha contra uma parede.

Segundo o professor de Educação Física Luciano Castro, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), ao praticar squash, uma pessoa de aproximadamente 70 kg gasta, em uma hora, de 700 a 800 calorias.

Mas esse valor pode variar de pessoa para pessoa, dependendo da sua massa muscular e de como o esporte é praticado. "Devemos levar em conta a intensidade do exercício e se ele é desenvolvido de uma maneira razoável", explica.

Isso quer dizer que um iniciante no esporte, por exemplo, não terá o mesmo gasto calórico de um praticante habitual. Confira abaixo uma relação com o gasto calórico aproximado por hora para uma pessoa de aproximadamente 70 kg em vários esportes.

Basquete - 500 a 600 cal/h
Ciclismo - 350 a 550 cal/h
Corrida - 500 a 600 cal/h
Futebol - 500 a 700 cal/h
Hidroginástica - 300 a 400 cal/h
Ginástica Aeróbica - 350 a 500 cal/h
Caminhada - 300 a 400 cal/h
Natação - 500 a 600 cal/h
Squash - 700 a 800 cal/h
Vôlei - 350 a 400 cal/h
Tênis - 450 a 550 cal/h
Vôlei de praia - 400 a 550 cal/h
Remo - 550 a 700 cal/h


Redação Terra

Gravidez psicológica

Inchaço, enjôos, menstruação atrasada. Esses são os primeiros indícios de que um bebê está por vir. No entanto, mesmo com todos os sintomas, um exame clínico é necessário para confirmar a gravidez. Isso porque, em alguns casos, pode se tratar de uma gravidez psicológica. “O cérebro da mulher cria uma gestação falsa e envia sinais para que o corpo se prepare. Mesmo sem o feto, o organismo age como se estivesse em gestação”, explica o ginecologista Selmo Geber.

Apesar de não haver uma certeza para a causa do problema, o especialista afirma que alguns fatores podem desencadear a gravidez psicológica. Questões emocionais como dificuldade para engravidar, querer ser mãe ou mesmo o medo inconsciente dessa responsabilidade podem acarretar este quadro. O médico afirma que esses casos são mais simples, e geralmente se resolvem com apoio psicológico.

O mais preocupante é quando fatores físicos levam à gestação psicológica. Desequilíbrio hormonal é um deles. “A mulher pode estar com os hormônios do ovário alterados ou mesmo a prolactina, que regula a produção do leite materno. Em níveis elevados, esse hormônio leva à suspensão da menstrução, ao inchaço dos seios e até mesmo à produção de leite. Alguns calmantes têm como efeito colateral o aumento da taxa desse hormônio”, explica Geber. Patologias graves como ovários policísticos ou neoplasias uterinas também podem gerar o problema.

Atualmente, os novos exames e os ultra-sons detectam o quadro bastante no início. Por isso, a situação é mais comum na população de baixa instrução e sem acesso ao serviço médico especializado. Mesmo assim, a orientação do médico em todos os casos é a realização do exame assim que mulher desconfie da gravidez. Dessa maneira é possível assegurar a saúde da mãe e da criança e evitar problemas com gestações tubárias. “Como a taxa do hormônio que indica a gravidez fica baixa nesses casos, pode haver uma conclusão precipitada de gestação psicológica quando, na verdade, o feto está se desenvolvendo nas trompas”, diz o médico. Esses são os casos mais graves, já que podem levar à hemorragias e até mesmo à perda da trompa afetada.

Fator Brasil

Por que o bafo é quente e o sopro é frio?

Porque a velocidade com que o ar se desloca é diferente nas duas situações. Quando você apenas abre a boca para o bafo sair, a velocidade do ar é baixa. Já quando você arma o bico para soprar, o ar sai bem mais rápido. A diferença de temperatura que sentimos
é só por causa disso. Tanto o ar do bafo quanto o do sopro têm a mesma temperatura antes de sair pela boca.


Revista Mundo Estranho

Impressoras podem ser tão prejudiciais quanto o cigarro

As emissões das impressoras laser podem ser tão prejudiciais à saúde como o fumo de um cigarro, diz um estudo levado a cabo por uma equipa de investigadores. Os especialistas preparam-se agora para fazer solicitar uma regulamentação que limite as emissões de partículas dos toners dos periféricos.

A pesquisa foi efectuada por uma equipa de investigadores da Universidade de Tecnologias de Queensland que analisou a qualidade do ar em escritórios onde existiam impressoras a laser em funcionamento.

Os resultados mostraram que o ambiente estava poluído com pequenas partículas de toner, emitidas pelas impressoras, que poderiam afectar os pulmões dos utilizadores ou provocar problemas cardiovasculares, tal como os cigarros.

A equipa analisou 62 impressoras de marcas conhecidas e apurou que, destas, 17 emitiam níveis elevados das referidas partículas. Por outro lado, as fotocopiadoras, que utilizam tecnologia semelhante, não apresentaram qualquer tipo de emissão nociva à saúde.

As partículas analisadas apresentaram características cancerígenas, o que levou os investigadores a pedirem que sejam regulamentadas normas que impeçam a emissão de elementos que coloquem em risco a saúde pública.

Entre os periféricos com níveis de emissão alta destacam-se os modelos 1320 e 4250 da HP LaserJet. Por seu turno, os modelos 4050 da série LaserJet não apresentaram qualquer emissão nociva.

ABC DA TECNOLOGIA

Lanterna faz bandidos sentirem-se 'grávidos'

Logo as lanternas dos policiais não irão apenas cegar temporariamente os bandidos: elas também poderão pará-los, deixá-los desnorteados e fazê-los sentir náuseas. Quando o suspeito pára com a horrível sensação, esta é a deixa para os tiras o algemarem.

Esta lanterna está sendo desenvolvida pelo Departamento de Segurança da Terra Natal (DHS) dos EUA. Ela utiliza um medidor de distância para descobrir a distância do seu alvo para ajustar a energia do nível da luz que será emitido para não causar danos permanentes. Então rapidamente emite pulsos de luz de um conjunto de lâmpadas de diodo (LED) ultrabrilhantes.


Nova arma 'derrete' rosto de seus alvos

Os flashes incapacitarão a pessoa de duas maneiras diferentes, disse Robert Lieberman, o CEO da Intelligent Optical Systems com sede em Torrance, Canadá, que está criando o dispositivo. Os flashes irão cegar a pessoa temporariamente, assim como qualquer luz forte faria, e os pulsos, que rapidamente mudam tanto em cor como em duração também causam o que Robert chama de efeitos psicofísicos. Estes efeitos, cuja efetividade depende da pessoa, da distância da lanterna e podem levar a náuseas. Os efeitos podem sumir em poucos minutos.

Não está claro por que os pulsos variantes causam este efeito, no entanto ele já foi bem documentado, disse Robert. Pilotos de helicóptero, por exemplo, colidiram suas naves por estarem desorientados por causa dos flashes de luz solar causados pelas lâminas giratórias dos helicópteros.

O DHS está financiando a pesquisa da nova arma não-letal. De acordo com um press release, policiais, agentes de segurança da fronteira e Guardas Nacionais poderiam ser armados com a nova lanterna até 2010. O dispositivo é parte de um grande esforço em criar armas não-mortíferas que possam ajudar agentes da lei e militares no controle de multidões, ações anti-terroristas e situações com reféns.

Os pesquisadores agora estão testando combinações de comprimentos de onda e intensidade de luz que tenham efeitos mais fortes nas pessoas enquanto não cause nenhum dano. Eles também precisam tornar o dispositivo menor e mais fácil de carregar. No momento ela tem 38cm de comprimento e 10 cm de largura. Nos próximos meses a equipe planeja testar a lanterna extensivamente em pessoas no Instituto de Tecnologias
[Technology Review] de Defesa Não-Letais da Universidade de Penn State.





TecnoCientista.info

Comprimido infantil contra a obesidade

O primeiro comprimido de dieta para bebés está a ser desenvolvido no laboratório "Clore", da Universidade britânica de Buckingham.O objectivo da fórmula é fortalecer os recém-nascidos para que, anos mais tarde, possam comer tudo aquilo que quiserem sem engordar.

O aumento do número de crianças obesas, por todo o mundo, levou o director do laboratório, Michael Cawthorne, a estudar uma forma de inverter esta situação. "Se agirmos antecipadamente, talvez sejamos capazes de programar o metabolismo dos bebés, tornando-os mais resistentes ao excesso de peso", defendeu Cawthorne.

Segundo o director e a sua equipa, a hormona "leptin" actua muito cedo na programação de uma glândula, localizada no cérebro, que suprime a fome e estimula a queima de calorias. Desta forma, a hormona poderá ser capaz de estimular a tendência, a longo-prazo, do corpo para usar as calorias em vez de transformá-las em gordura.

Porém, existem ainda muitas barreiras a ultrapassar pelos investigadores, como por exemplo, a segurança do tratamento com a hormona leptin, a quantidade e a hora de cada dose ou a avaliação a longo prazo dos seus efeitos.

JN

Chip a caminho para prever ataques epilépticos

Prever os sinais que antecedem um ataque de epilepsia é a questão fundamental para todos os que investigam esta doença, por forma a melhorar a vida dos pacientes. O objectivo é óbvio permitir-lhes maior estabilidade e segurança.

Hoje, vários grupos de investigação em todo o Mundo tentam encontrar esta resposta, referiu ao JN o neurologista Francisco Sales, investigador nos Hospitais da Universidade de Coimbra, adiantando que Portugal integra um consórcio europeu exclusivamente dedicado a esta enfermidade.

Sem querer avançar quem são os países que integram esse grupo, uma vez que apenas foi ultrapassada a fase de avaliação, Francisco Sales disse que estão já garantidos "2,8 milhões de euros, só para a investigação".

O objectivo do estudo "é criar um algoritmo para prever as crises de epilepsia, e só depois encontrar um instrumento capaz de descodificar esses sinais antecedentes - que pode ser um chip ou um pacemaker -, e que interrompa a crise", explicou ao JN.

Entretanto, nos EUA, um grupo de investigadores da Universidade da Florida anunciou que está a desenvolver um chip que, uma vez implantado no cérebro, poderá interpretar os sinais e estimular os neurónios para que estes reajam correctamente, permitindo assim prevenir os ataques epilépticos. O chip permitiria ainda a uma pessoa que tenha perdido um membro poder controlar a prótese com os seus próprios pensamentos (ver caixa).

Francisco Sales diz que se trata apenas de uma linha de investigação, entre outras que têm vindo a ser seguidas, sublinhando, porém, que "a questão do protótipo, ou o instrumento para fazer a leitura, não é o problema fundamental". Primeiro, sublinha, "é necessário criar o algoritmo".

O neurologista adianta que "outras equipas já têm avançado com outros projectos capazes de prever as crises". Mas anota algum pessimismo, derivado dos muitos falsos positivos detectados. Isto é, os sinais dados por esses projectos são mais frequentes do que aqueles que na realidade acontecem, o que mostra que podem não ser seguros. A fiabilidade de um equipamento destes, assim sendo, resultará de apenas dar um alerta quando realmente ocorre uma crise, "e não ao pequeno sinal", daí a importância de se criar todas as etapas (sinais) que façam chegar à resolução do problema.

"Já existem alguns programas capazes de detectar com antecedência os sinais no cérebro indicativos de um ataque de epilepsia, mas ainda não têm a eficácia necessária", disse o especialista. Adiantou ainda que várias investigações apontam para a utilização de um instrumento, que poderia ser um chip interno, ou mesmo externo.

Sem desvalorizar o trabalho realizado pela equipa do Colégio de Medicina e Engenharia da Universidade da Florida, Francisco Sales afirmou "que a grande esperança para os doentes de epilepsia é mesmo a utilização de um qualquer instrumento capaz de prever as crises". Isto porque "a imprevisibilidade dos ataques cria uma angústia e insegurança enormes nos doentes, afectando as suas vidas pessoais e profissionais".

De referir que qualquer pessoa pode sofrer um ataque epiléptico, devido, por exemplo, a choque eléctrico, deficiência em oxigénio, traumatismo craniano, baixa do açúcar no sangue, privação de álcool ou abuso da cocaína. Mas uma crise isolada não significa epilepsia.

A doença só é diagnosticada quando as crises têm tendência a repetir-se, espontaneamente, ao longo do tempo. Calcula-se que, em Portugal, em cada mil pessoas, quatro a sete sofram de epilepsia, doença que afecta milhões em todo o Mundo. A doença pode começar em qualquer idade, mas é mais comum até aos 25 e depois dos 65 anos.

JN

Portugal é o primeiro país do mundo a ter jurisdição sobre uma área superior a 200 milhas náuticas

06/08/2007

Portugal voltou a desbravar o mar. Tornou-se o primeiro país a ter jurisdição sobre uma área para lá das 200 milhas náuticas, onde o mar é de todos. No novo pedacinho de Portugal, para os lados dos Açores, existem fontes de água quente, a 2300 metros de profundidade, onde a luz do sol nunca chega.
Para que quer um país um mundo destes? Porque, entre outras coisas, as fontes hidrotermais são oásis de vida marinha, alguma bem esquisita. Ela adaptou-se a condições extremas, como temperaturas elevadas e um ambiente tóxico, com enxofre, metais pesados, dióxido de carbono ou metano em excesso. Não depende da luz solar e da fotossíntese, mas da síntese que diversas espécies de bactérias fazem de elementos químicos oriundos das fontes hidrotermais, para obterem os nutrientes de que precisam. É nessas invulgares bactérias que assenta a cadeia alimentar: servem de refeição a outros seres vivos, que servem de refeição a outros...

Ao adaptarem-se às condições das fontes, bactérias e outros organismos podem ter desenvolvido moléculas úteis à medicina ou à indústria. Na biotecnologia, as fontes hidrotermais do mar profundo são vistas como um mundo admirável, de onde podem sair produtos industriais ou farmacêuticos surpreendentes.

Metade da cidade do Porto

"Rainbow" é o nome do novo pedaço de Portugal. Situa-se a 40 milhas do limite da zona económica exclusiva (ZEE) dos Açores. A ideia de proteger a riqueza biológica deste campo hidrotermal foi o início de uma história de conquista, em versão pacífica.

Portugal começou por propor, em Outubro de 2006, que o Rainbow fosse uma área protegida sob jurisdição portuguesa, no âmbito da Convenção para a Protecção do Ambiente Marinho no Atlântico Nordeste (OSPAR).

Para esta candidatura, entrou em cena a equipa da Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC), incumbida pelo Governo de provar pela ciência, até 2009, que a parte continental do território português se prolonga mar adentro para lá das 200 milhas da costa (370 quilómetros). Se o provar, Portugal pode esticar-se — mas só pelo leito e subsolo do mar, como estabelece a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), em vigor desde 1994.

Mas a EMEPC quis apressar as coisas. Defendeu que o Rainbow fosse já reconhecido, formalmente, como parte da plataforma continental portuguesa, com base na informação científica disponível. "Portugal podia, e devia, exercer sobre ele os direitos previstos na CNUDM — ou seja, direitos de soberania sobre a plataforma continental para exploração e aproveitamento dos recursos naturais", refere uma nota de imprensa.

O sim veio no final de Junho, numa reunião dos Estados-membros da OSPAR na Bélgica. Consideraram o Rainbow como área marinha protegida ao abrigo daquela convenção regional e referiram "claramente" que está na "plataforma continental portuguesa alargada, ou seja, dentro da jurisdição nacional", diz a nota.

O novo bocado de chão português tem 2215 hectares: uns 4000 campos de futebol ou cerca de metade da cidade do Porto. Simbólico, mas talvez prenúncio de um país que vai crescer muito mais. Assim o espera Manuel Pinto de Abreu, o engenheiro hidrógrafo e oceanógrafo físico que chefia a EMEPC. Desde meados de 2005 que a sua equipa trabalha para alargar o fundo do mar português.

Até à ZEE, os países têm direito de explorar o que se encontrar na coluna de água e no fundo do mar. Transpor essa "fronteira", embora já só para o fundo do mar, dá trabalho.

Os cientistas têm de reunir uma imensidão de dados (geológicos, geofísicos, hidrográficos...) que provem que a plataforma continental dos seus territórios se prolonga, realmente, para lá das 200 milhas. Portanto, têm de saber onde os fundos marinhos deixam de ter características continentais e já têm características oceânicas. Para encontrar essa transição, usam-se como pistas a morfologia do fundo (um declive acentuado) e a geologia (o fim da continuidade dos materiais geológicos entre a parte emersa e a submersa). O problema, nalguns casos, é que esse limite não é óbvio.

O continente vezes 15?

Portugal, ilhas incluídas, tem 92.083 quilómetros quadrados e uma ZEE de 1,6 milhões de quilómetros quadrados. Até agora, os dados científicos indicam que Portugal poderá alargar-se em cerca de 240 mil quilómetros quadrados, em redor da ZEE do continente e da Madeira, diz Pinto de Abreu. Tirando os 4000 campos de futebol do Rainbow, os Açores ainda não entram nas contas, porque os levantamentos oceanográficos começaram agora. Está lá o navio Almirante Gago Coutinho e, em Setembro, seguirá o D. Carlos I.

No cenário optimista, o fundo do mar português poderá alargar-se em 1,3 milhões de quilómetros quadrados — o que é 14,9 vezes a área de Portugal continental. O cenário menos favorável é o dos 240 mil quilómetros quadrados já prospectados (2,6 vezes a área continental).

Agora, os cientistas correm contra o tempo, um esforço que custará, incluindo missões de navios, 15 milhões de euros. Até 13 de Maio de 2009, o processo de extensão da plataforma tem de estar concluído e toda a documentação tem de ser entregue na Comissão de Limites da Plataforma Continental. Se as suas recomendações forem favoráveis, Portugal poderá então exercer o acto de soberania que é fixar os limites do país. Que surpresas reservarão essas novas parcelas às gerações actuais e futuras? Petróleo? Gás? Metais? Recursos genéticos, de fontes hidrotermais ou não?

"Há quem diga que a plataforma continental é o novo Tratado de Tordesilhas para Portugal, tal a vastidão da área que pode ficar sob jurisdição nacional. Na União Europeia, Portugal já tem a maior ZEE. Com o alargamento da plataforma, passará a ser dos países com maior jurisdição marítima do mundo", diz o jurista Tiago Pitta e Cunha, que coordenou a estratégia portuguesa para os oceanos.

Quando se pergunta qual o significado do Rainbow, Pinto de Abreu sublinha: "É o reconhecimento da jurisdição nacional nessa área, sem sequer termos concluído o processo de extensão da plataforma."

O passo seguinte no Rainbow é gerir e regular a investigação e exploração dos recursos. Se os cientistas de outros países quiserem lá ir, têm de comunicar a Portugal. "É normal que partilhem parte do material recolhido", diz Pinto de Abreu. "Quando há um limite traçado, há uma barreira que geralmente é respeitada."

A incógnita, agora, é saber onde haverá mais bandeiras com as cores portuguesas no chão do Atlântico.

Publico PT

Maior colecção autocolantes políticos portugueses é espanhola

Uma das mais completas colecções de autocolantes políticos portugueses, mais de 30 mil exemplares, pertence a um espanhol, Vicente Riego, cujo nome surge no Livro Guinness dos Recordes como proprietário da maior recolha do mundo nesta especialidade.
Riego reivindica mesmo possuir a maior e melhor colecção de autocolantes políticos portugueses, alguns dos quais remontam à campanha presidencial de Humberto Delgado, enquanto outro coleccionador português, Jorge Silva, afirma desconhecer quantos exemplares tem na sua colecção, que disponibilizou no seu blogue (tocolante.blogspot.com).
Residente em Madrid, Espanha, Vicente Clemente Riego, 47 anos, começou a coleccionar autocolantes políticos em 1976 depois da morte do ditador espanhol Francisco Franco (governou o país entre 1939 e 1975) e com o ressurgir da democracia em Espanha, tempos conturbados em que os autocolantes eram um instrumento de propaganda política.
«Desde pequeno que gostava de coleccionar tudo mas o meu sonho era poder fazer uma colecção que mais ninguém tivesse, algo único», explicou, em entrevista à Agência Lusa.
Esta vontade e o interesse pela política fizeram com que Vicente Riego se interessasse por autocolantes políticos, que considera serem um testemunho de uma época.
Era nas ruas, nos comícios ilegais e mais tarde nas sedes dos partidos em contacto com dirigentes e militantes que Vicente Riego conseguia adquirir os autocolantes.
Hoje é na Internet que procura mais exemplares para a sua colecção, com mais de 100 mil exemplares e que não pára de crescer.
Nunca mais esqueceu o dia em que à socapa tirou de um poste de electricidade um autocolante em que se convocava um comício na Plaza Oriente, em Madrid após a morte de Franco, em Novembro de 1975.
«Este foi o autocolante que deu início à minha colecção», contou.
Vicente Riego adiantou que actualmente possui mais de 100 mil autocolantes de cariz político diferentes, sobretudo de Espanha, Portugal, Estados Unidos e América Latina.
Da sua extensa colecção fazem parte mais de 30 mil autocolantes políticos portugueses que vão desde a ditadura de Salazar até à actualidade.
O casamento com uma portuguesa, as viagens ao país e a amizade com alguns políticos facilitaram o acesso aos autocolantes políticos portugueses.
«Comprei algumas colecções em Portugal e fui conseguindo também alguns autocolantes através de amigos», afirmou o advogado, reivindicando ter actualmente a melhor colecção de autocolantes políticos que existe, totalmente classificada com datas e acontecimentos.
«Não existe nada assim nem mesmo em Portugal», garantiu.
Da colecção de autocolantes portugueses, Vicente Riego destaca alguns raros relativos ao 25 de Abril, à campanha eleitoral do general Humberto Delgado (1958), da Mocidade Portuguesa (organização juvenil do Estado Novo), e da União Nacional (partido único do regime, nascido em 1933/34).
Há quatro anos, o advogado espanhol decidiu que a sua colecção deveria ser partilhada com o mundo e colocou parte dos seus autocolantes no site , onde estão disponíveis cerca de cinco mil exemplares.
«Considero que uma colecção deste género não é um artigo pessoal, deve ser partilhada com todas as pessoas», frisou.
No entender de Vicente Riego, esta colecção é muito importante e de grande interesse para o público em geral, novas gerações e antigos lutadores.
«As pessoas têm de saber que a democracia, a liberdade não chegou de qualquer maneira, foi uma luta longa que custou a vida a muita gente», disse o advogado.
Sobre o futuro, Vicente Riego adianta que vai continuar «por muitos e muitos anos a coleccionar autocolantes políticos».
À semelhança de Vicente Riego, também o português Jorge Silva se apaixonou pelo coleccionismo e por autocolantes políticos.
O escriturário de 46 anos não sabe o número exacto de autocolantes que possui, mas diz serem centenas referentes ao período 1974/1978.
«Em Abril de 1974 tinha 12 anos e nesse altura coleccionava tudo desde selos a bilhetes de cinema», contou Jorge Silva em entrevista à agência Lusa.
Seriam as cores, o design e o formato dos autocolantes políticos da época que o levariam a iniciar uma colecção de que desistiria em 1978 por «se terem tornado muito comerciais».
«Adquiria os autocolantes nas ruas, nos comícios e nas festas, quando tinha oportunidade», disse Jorge Silva.
Após esse período, a vida tomou outro rumo e «a colecção ficaria esquecida no sótão».
«Trinta anos depois fui recuperar a colecção, esse pequeno testemunho da vida política da altura, e pensei que era uma pena estarem guardados», revelou.
«Quando entrei no mundo dos blogues, achei que tinha chegado o momento de partilhar com as pessoas os autocolantes que possuía», referiu.
«A jóia da coroa é um autocolante de 1976 da APU cujo símbolo inicial escolhido era igual ao do Movimento Democrático de Libertação de Portugal e que seria cortado para que o símbolo ficasse imperceptível», contou Jorge Silva.
Da colecção fazem parte autocolantes produzidos por partidos, sindicatos, associações de estudantes, desenhos da prisão de Álvaro Cunhal, murais pintados, entre outros.
Jorge Silva diz que não sabe ao certo o número de autocolantes que possui mas assegura que são milhares, sendo que apenas divulgou uma parte no seu blogue tocolante.blogspot.com.
O blogue não tem patrocínios nem cariz partidário, salientando que pretende apenas ser uma «espécie de museu de autocolantes sobre uma época determinante no país».
Na opinião de Jorge Silva, muitas das pessoas que visitam o blogue e que lá deixam comentários fazem-no por revivalismo.
«As pessoas que viveram intensamente aquele período visitam o blogue e contam as suas histórias de vida. É como que uma espécie de álbum de família», disse.

Diário Digital / Lusa

Espécie de corvo-marinho torna-se praga

A migração de centenas de corvos-marinhos-de-faces-brancas para a ria Formosa, todos os finais de Verão, pode transformar-se numa ameaça aos peixes selvagens e de cultivo no Algarve e é vista por alguns pescadores como uma "praga", consideram os pescadores da ria Formosa. "Há muita passarada a comer as enguias, vêm em bandos enormes e onde poisam sente-se logo a falta de peixe", contou, à Lusa, Francisco Gaspar, pescador da Ilha da Culatra, na ria Formosa.

Proveniente da Europa Central em ciclos migratórios, a espécie concentra-se em pequena quantidade ao longo de todo o litoral, mas com grande incidência em zonas de estuário, como do Tejo, Sado e da ria Formosa.

Sílvia Padinha, da Associação de Moradores da Culatra, diz que os corvos-marinhos "existem em excesso" e que há um desequilíbrio na protecção das espécies, em detrimento de outras que escasseiam. "O Parque Natural da Ria Formosa protege em excesso o corvo-marinho e não defende a enguia, que está a diminuir", mas o parque, em vez de só "se preocupar em preservar a fauna e flora", devia também "proteger as actividades da ria e a produção do sal".

Menos radical, o pescador Ramiro José que diz que o maior problema para os peixes da ria Formosa é a poluição. Mas, diz, um mês por ano, os pescadores da ria Formosa têm um feroz concorrente directo no corvo-marinho, que, "no futuro poderá ser uma praga".

Ouvido pela Lusa, o biólogo António Teixeira, confirma "A espécie tem aumentado, porque existem mais condições de protecção nos locais de nidificação, que permitem que as colónias se desenvolvam com mais tranquilidade do que no passado".

Por outro lado, não é tão perseguida e também há maior facilidade de alimentação, com os tanques de cultivo de peixe. Os corvos-marinhos "são vorazes, comem muito e vão buscar a comida onde a conseguem encontrar com mais facilidade", como as pisciculturas, e podem causar prejuízos a nível económico e na qualidade do meio aquático, porque são muitos animais juntos no mesmo espaço, avisa.

Para lutar contra a invasão periódica destas aves, que chegam a atingir um metro de altura e que precisam de comer vários quilos de peixe por dia, António Teixeira sugere a redução da sua população a nível europeu e a defesa dos locais onde causam prejuízos, com espantamento, assustando os pássaros com explosões e vigias, redes e cabos.

JN

EUA reúnem 2 mil tocadores de apito, mas não batem recorde

04/08/2007

Membros de um grupo funk dos Estados Unidos acabaram tocando uma nota fora do tom quando tentaram quebrar o recorde mundial de maior grupo de kazoo (uma espécie de apito), uma vez que não conseguiram totalizar os 2.600 músicos necessários.

Os organizadores esperavam inscrever 3 mil tocadores de ocasião para uma tentativa noturna no Harlem, liderada pela vocalista Skyy. Sua música Skyyzoo, de 1980, tinha sons de kazoo tocados como discreto pano de fundo.

O som de fundo conseguiu ficar mais alto na última quinta-feira, com mais de 2 mil amadores aparecendo para o concerto.

"Não sei nada sobre isso", disse Cecilia Malone em meio à multidão de espectadores que olhava intrigada para seu kazoo de plástico. "De que lado se sopra? Você sabe?"

O atual recorde de tocadores de kazoo foi estabelecido no último Ano Novo em Rochester, onde 2.600 "kazooistas" se reuniram para tocar logo após a meia noite.


Com algumas instruções de uma kazooista profissional - Barbara Stewart, autora de "Guia Compelto para Tocar Kazoo" e membro do grupo Kazoofonia - o grupo de kazzoistas amadores do Harlem logo se transformou num som animado.

Stewart, que diz estar liderando uma campanha para fazer com que o kazoo seja nomeado instrumento nacional dos EUA declarou que os participantes da platéia eram instrumentistas "aptos" depois da aula, de acordo com os requisitos do livro dos recordes Guinness.

E o kazoo tem sido um clássico instrumento americano desde sua invenção em 1840 e até mesmo os mais completos amadores conseguem tocar sem instrução. A Original American Kazoo Co., fundada em 1916 ainda produz instrumentos de brinquedo e mantém um museu no noroeste de Nova Iorque, na comunidade de Eden.


Selos postais

02/08/2007

A Grã-Bretanha foi a primeira nação a lançar selos postais, em 1º de maio de 1840. Curiosamente, apesar do pioneirismo, é o único país do mundo que não imprime seu nome nos selos.
Isto talvez se deva ao fato que o nome verdadeiro do país é "The United Kingdom of Great Britain, Northern Ireland and Berwick-upon-Tweed".

Como é um enterro muçulmano?

Da mesma forma que os judeus e os cristãos, os muçulmanos acreditam que a vida é apenas uma preparação para o próximo reino. Assim, o enterro é um ritual religioso de grande importância para purificar o corpo do morto e para seus parentes se lembrarem da existência do falecido na Terra.

Eles também crêem no dia do juízo final, na ressurreição, no paraíso e no inferno. Segundo a fé islâmica, quando um muçulmano morre, sua alma é visitada por anjos que julgam as boas e as más ações do morto durante a vida. Esse depoimento ficará guardado em um livro até o dia do juízo final. Os homens bons vão para o paraíso, onde são brindados com um harém de virgens, enquanto os maus são enviados para o inferno. Segundo o profeta Muhammad, depois da morte apenas três coisas podem auxiliar o falecido: sua caridade em vida, o conhecimento que transmitiu e as orações que recebe de um filho virtuoso.

Assim, antes do enterro, o corpo nu do morto é lavado em uma cerimônia geralmente realizada por um membro da família. Em seguida, o cadáver é todo enrolado em um tecido branco de algodão (inclusive o rosto) e levado ao cemitério em um caixão simples, que não é enterrado com o corpo.

Na sepultura, o morto envolto na mortalha branca é colocado em contato com a terra e com a face virada para a cidade sagrada de Meca. A cova recém-aberta tem 1 m de largura por 1,5 m de profundidade. No fundo, uma fenda é cavada para dar formato de "L". A fenda, então, é fechada enquanto versos do Alcorão são recitados. O enterro deve acontecer, de preferência, no dia seguinte à morte. No 2º e no 7º dias após o enterro, são celebrados rituais pelo morto em mesquitas.

fonte: revista Galileu ed.193 agost/2007

E o teu penteado está na moda?

Se não fossem os gregos ainda hoje usávamos o cabelo à homem primitivo, todo desgrenhado ( imaginem só por momentos Shocked Shocked Shocked). Os primeiros salões de cabeleireiro de que há memória surgiram na praça pública de Atenas, na Grécia Antiga.

Na Antiguidade, os cabelos eram perfumados com óleos raros e preciosos e pintados com diferentes tonalidades. Já nessa altura, os calvos procuravam cabelos artificiais. Os escravos usavam cabelos muito curtos ou mesmo rapados e não lhes era permitido deixar crescer a barba.
Enquanto hoje os jovens imitam as estrelas de cinema, etc, na época imitavam os Deuses como Zeus, Apolo, Marte, Vénus... Assobio Assobio Assobio

O rabo-de-cavalo usado pelas mulheres também foi introduzido nesta época. Os nobres e os guerreiros usavam cabelos compridos. E os idosos e filósofos usavam a barba grande e densa, como sinal de sabedoria. Todos menos um, Sócrates, orgulhava-se da sua careca dizendo que o "mato não cresce nas ruas activas" . Cheesy Cheesy

Séculos antes os egipcios já tinham cuidado com os penteados. Como distinção social, os faraós usvam perucas feitas de cabelos humanos. Os homens primitivos, com as suas longas cabeleiras desgrenhadas, preocupavam-se em decorá-las com pedras.... (isto é que era fashion Cheesy Cheesy). Depois os enfeites evoluíram e deram lugar às pedras preciosas.As perucas usadas pelos homens deixaram de estar na moda com a Revolução Francesa em 1789.

Nas tribos africanas, os penteados são símbolos de acontecimentos cerimoniosos como ritos de puberdade, casamento ou luto...Usam-se desenhos, objectos coloridos para a decoração e mistura-se barro, resina e gordura de animal. ( Deve ter um cheirinho agradável Blargh)

No Séc. XX o penteado à Joana D'arc curto e com franja fez furor nos anos 20. O final da II Guerra Mundial trouxe uma moda infeliz: as mulheres carecas, as mulheres acusadas de manter relações sexuais com soldados alemães tiveram de rapar o cabelo.

Nos anos 50, veio o topete do Elvis Presley pondo fim á moda dos cabelos curtos dos soldados.Com os Beatles os cabelos compridos nos homens ganham força de novo.

Hoje em dia, os cabelos ganham forma consoante os ventos da moda

Fonte:Revista Conhecer

Dadas 237 razões para fazer Sexo

Os motivos pelos quais as pessoas fazem sexo podem ser mesmo muito variados, consoante sugerem dois estudos feitos pelo Departamento de Psicologia da Universidade do Texas. Aos investigadores foram enunciadas nada menos do que 237 razões.

Os dois autores dos estudos consideram que os resultados não obedecem à ideia generalizada de que os dois géneros têm motivos diferentes para fazer sexo, o feminino mais baseado na emotividade e o masculino no prazer físico. Ainda assim, registaram diferenças os homens serão mais propensos a atitudes oportunistas, enquanto as mulheres sentirão mais frequentemente a necessidade de satisfazer o seu parceiro.

No primeiro dos estudos, os autores, David Buss e Cindy Meston, pediram a 400 homens e mulheres que identificassem as razões por que as pessoas fazem sexo. Num segundo estudo, inquiriram 1500 jovens universitários quanto às suas experiências e atitudes. As respostas aparentemente mais invulgares incluíram situações como "é um bom exercício", "queria ser popular", "sentia-me aborrecido/a" ou "queria estabelecer uma ligação mais próxima com Deus". Houve também quem confessasse ter pretendido estragar a relação de um rival ou mesmo transmitir uma doença a alguém (incluindo o HIV). Pouco frequentes também, há respostas que referem "uma aposta", ou mesmo a vontade de acabar com uma relação.

Uns olhos bonitos, uma festa de aniversário, uma dor de cabeça, a simples curiosidade pelo outro ou a culpa das hormonas também são referidos nas respostas. A atracção pelo outro é a circunstância mais nomeada, tanto por homens como por mulheres, que, nos cinco primeiros lugares das respostas, ainda que em lugares nem sempre alinhados, referem o acto sexual como forma de obter prazer físico, ter uma experiência agradável ou manifestar afecto pelo parceiro.

JN

Colesterol alto: o que comer para evitar esse mal?

No dia 6 de agosto começa a semana nacional de prevenção ao colesterol alto. De acordo com informações da Sociedade Brasileira de Cardiologia, cerca de 20% dos adultos brasileiros possuem colesterol alto, ou seja, 1 em cada 5 pessoas no país sofrem desse mal.

O colesterol é uma gordura da alimentação absorvida pelo intestino que entra na corrente sanguínea, sendo transportada por proteínas até formar lipoproteína (lipo=gordura). As principais lipoproteínas são HDL=high density lipo (colesterol bom), LDL=low density lipo (mau colesterol). Quando o colesterol atinge níveis altos, as artérias passam a ser obstruídas por placas de gorduras, forçando o coração a trabalhar mais para bombear o sangue. De acordo com a pesquisa, 87,5% das pessoas que têm consciência do diagnóstico de colesterol alto não tratam nem controlam esse distúrbio metabólico.

Alimentos que aumentam o colesterol: bacon, biscoitos amanteigados, camarão, carnes vermelhas “gordas”, chantilly, creme de leite, doces cremosos, frituras, gemas de ovos, lagosta, lingüiça, mortadela, peles de aves, queijos amarelos, salsichas, sorvetes cremosos e vísceras.

Alimentos que previnem ou ajudam a baixar o colesterol: aipo, ameixa preta, amora, aveia, azeite de oliva, bagaço da laranja, cenoura, cereais integrais, cevada, couve de Bruxelas, couve-flor, damasco, ervilha, farelo de aveia, farelo de trigo, feijão, figo, mamão, mandioca, pão integral, pêssego, quiabo e vegetais folhosos.



O Debate

Estudo: Furacões duplicam em relação ao século passado

O número de furacões com origem no Oceano Atlântico duplicou relativamente ao século passado, devido ao aumento da temperatura marítima e às alterações climáticas, segundo um estudo norte-americano.

O estudo, realizado pelo Centro Nacional de Investigações Atmosféricas (NCAR) e pelo Instituto Tecnológico da Georgia, teve ainda em consideração os padrões de vento, observados nas últimas décadas.

Segundo o estudo, o ano de 2006, com menor actividade do que os dois anos anteriores devido à presença do fenómeno «El Niño» no Pacífico, foi considerado há um século atrás como a temporada em que se previa um número de tempestades muito acima da média.

O estudo centrou-se nos furacões e tempestades tropicais que surgem durante o verão boreal na costa ocidental de África.

Os ciclones adquirem força e massa à medida que avançam para o oeste e geralmente entram no Golfo do México ou têm impacto nas costas da América Central e dos Estados Unidos.

O estudo identifica três períodos desde 1900, durante os quais a média de furacões e tempestades tropicais aumentou consideravelmente.

O primeiro período, entre 1900 e 1930, registou uma média de seis tempestades tropicais, das quais quatro foram furacões.

Entre 1930 e 1940, a média anual foi de 10 ciclones, incluindo cinco tempestades tropicais e cinco furacões.

Entre 1995 e 2005 a média foi de 15, oito furacões e sete tempestades tropicais.

«Estes números são um indício concreto de que as alterações climáticas são um factor importante de furacões no Atlântico», afirmou Grez Holland, investigador do NCAR e um dos autores do estudo.

Por outro lado, indicou que «com os actuais padrões até um ano de pouca actividade de tempestades tropicais tinha sido considerado normal, e até activo na primeira metade do século passado.»

Os investigadores abstiveram-se de fazer previsões mas advertiram o período actual ainda não estabilizou, o que pode significar que a média de furacões pode ser mais elevada nos próximos anos.

O aquecimento marítimo ocorreu nos anos anteriores às fortes subidas da frequência dos furacões, quer no período que se iniciou em 1930 como no período de 1995 e continuou nos anos seguintes.

Apesar do aumento do número e da frequência dos furacões, a proporção dos mesmos manteve-se sem variações significativas.

Até agora, os furacões representavam cerca de 55% de todos os ciclones tropicais com origem no Atlântico.

No entanto, a proporção de furacões mais violentos, aqueles cujos ventos atingem quase 200 quilómetros por hora, oscilou com alguma irregularidade e nos últimos anos aumentou em relação aos de menor intensidade.

Diário Digital / Lusa

Os números e a sabedoria

Todos temos um número pessoal que, bem utilizado e sabendo o seu significado, pode actuar como uma protecção.

Extraído da soma total da data do nosso nascimento e, reduzido a um só digito, esse será o nosso número pessoal.
Significados atribuídos a cada um dos números:

1 Está associado ao Sol e ao princípio masculino na Natureza. Na nossa vida representa o estado de recém nascido. O seu símbolo é um círculo com um ponto no meio. No Tarot é o arcano do Mago.

2 A Deusa e o Deus. A dualidade perfeita, pois a energia que se recebe e a que se projecta, unem-se numa só. Está associado com a Lua. O seu símbolo é uma cruz solar (cruz celta). No Tarot corresponde ao arcano da Sacerdotisa.

3 Representa a triplicidade da deusa, as fases da Lua, os aspectos físico, espiritual e mental do Homem. O seu símbolo é o triângulo. No Tarot corresponde ao Arcano da Imperatriz.

4 Os quatro elementos, o espírito das pedras, dos ventos e das estações. O seu símbolo é o círculo de oito braços, ou o quadrado. No Tarot corresponde ao Arcano do Imperador.

5 Os cinco sentidos, o pentagrama e os elementos. O seu símbolo é o pentagrama, ou o quadrado. No Tarot corresponde ao Arcano do Hierofante.

6 Está associado com a Deusa do amor e da fertilidade, por ser múltiplo de três. Representa o macrocosmos, os seis planetas visíveis, considerando a Lua como planeta, rodeando o Sol. O seu símbolo é o hexagrama. No Tarot corresponde ao Arcano Maior do Casamento Sagrado.

7 É um número místico, um número do espírito e, representa os planos da existência. O seu símbolo é o heptagrama. No Tarot corresponde ao Arcano do Carro.

8 Representa o Sol. O seu símbolo é uma estrela de oito pontas. O seu símbolo é uma estrela de oito pontas. No Tarot corresponde ao Arcano Maior da Justiça ou da Força.

9 Representa a trindade das trindades. O número 9 completa o círculo. No Tarot corresponde ao Arcano Maior do Eremita.

Onde quebram as maiores ondas de surf do mundo?

31/07/2007

A onda mais gigantesca já dropada por um maluco, quer dizer, surfista, apareceu na praia de Mavericks, no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos, em novembro de 2001. Esse paredão molhado tinha nada menos que 21 metros e foi dominado por um brasileiro: o surfista Carlos Burle, que estava em Mavericks se preparando para uma competição de ondas gigantes na praia de Jaws, no Havaí. Para conseguir descer esse monstro da altura de um prédio de sete andares, Burle precisou ser puxado por um jet ski até a onda, uma modalidade de surfe conhecida como tow-in. Depois, escapou rapidinho do fundo rochoso e rumou para a costa. No quadro desta página, montamos um Top 5 com os picos mundiais mais cobiçados pelos big riders, surfistas de ondas gigantes que não põem a roupa térmica se a marola não tiver pelo menos 7 metros de altura. O Brasil não tem ondas desse tamanho, mas em algumas praias as elevações do mar podem chegar a respeitáveis 5 metros.



MAVERICKS (Califórnia — Estados Unidos)
Ondas de 21 metros
A paisagem que ilustra esta página não é convidativa: o mar é escuro, a água é fria, o fundo é cheio de cavernas rochosas, os tubarões brancos almoçam por ali... Mas as ondas são gigantes: graças à elevação abrupta do fundo de pedra, o mar sobe e gera monstros que chegam a 21 metros, altura surfada pelo recordista Carlos Burle

JAWS (Havaí — Estados Unidos)
Ondas de 21 metros
Em inglês, o nome dessa praia significa "mandíbulas", o que diz bastante sobre o pico mais temido do Havaí . Como não dá para passar a arrebentação com a força dos braços, Jaws só é surfável com o surgimento do tow-in, o reboque de jet ski. O bicho pega entre dezembro e março, quando os ventos fortes geram ondas de 21 metros

CORTEZ BANK (Califórnia — Estados Unidos)
Ondas de 20 metros
Localizado em um recife a 170 quilômetros da costa, esse pico só foi desbravado no ano 2000. O americano Mike Parsons surfou uma onda de 20 metros ali em 2002 e levou 60 mil dólares pela proeza. Muitos acreditam que Cortez Bank será o palco da tão esperada onda de 100 pés (30 metros), um sonho antigo entre os surfistas

WAIMEA (Havaí — Estados Unidos)
Ondas de 15 metros
Essa famosa praia da ilha de Oahu perdeu um pouco da sua aura mitológica quando os big riders descobriram Jaws e Mavericks. Até então, esse era o destino preferido dos que buscavam paredões de mais de 7 metros. É ali que acontece o "Eddie Aikau Invitational", o mais antigo e tradicional campeonato de ondas gigantes do mundo

TODOS OS SANTOS (México)
Ondas de 12 metros
Essa ilha recebe as mesmas ondulações do oceano que provocam as megaondas no Havaí, com uma defasagem de três dias. Um dos grandes perigos desse pico é o fundo rochoso: muitas vezes, as pedras se desprendem e são levadas pelas ondas gigantes, ameaçando os surfistas

PÓDIUM BRASILEIRO
Três praias onde o mar bota pra quebrar

ILHA DOS LOBOS (Torres-RS)
Recém-descoberta pelos surfistas, essa praia cercada de pedras tem ondas de tubos perfeitos, que podem chegar a 5,5 metros

PRAIA DA VILA (Imbituba-SC)
Localizada no litoral de Santa Catarina, a região preferida dos big riders tupiniquins, a Vila tem constantemente ondas de até 4,5 metros

CACIMBA DO PADRE (Fernando de Noronha-PE)
O mais interessante dessa praia é que ela se alimenta das grandes ondulações vindas do hemisfério norte. As maiores alcançam 4 metros




Fonte: Mundo Estranho

Quem são os autores de “Parabéns a você”?

A melodia da música foi criada pelas irmãs americanas Mildred e Patricia Smith Hill. Em 1875, essas duas professoras primárias de Louisville, no estado do Kentucky, resolveram compor uma canção para as crianças cantarem na entrada da escola. Nascia então "Good Morning to All" ("Bom dia a Todos"), com uma letra bem diferente da atual. As irmãs registraram a música em 1893, mas em 1924 ela apareceu sem autorização num livro editado pelo americano Robert Coleman, que surrupiou a melodia e a primeira frase de "Good Morning to All" - o segundo verso ele já alterou para "Happy Birthday To You", o popular "parabéns a você". Na nova versão, a música ganhou popularidade. Mas, em 1933, Jessica Hill, irmã das criadoras da melodia, resolveu brigar na Justiça pelos direitos autorais da música. Ela venceu: desde então, acredite se quiser, é preciso pagar royalties para tocar o "Parabéns" no rádio, na TV ou no cinema. Segundo a revista americana Forbes, a gravadora Warner - a atual detentora dos direitos da música - fatura em média 2 milhões de dólares por ano só com os royalties do "Parabéns". E como a música chegou ao Brasil? Por aqui, a rádio Tupi do Rio de Janeiro organizou em 1942 um concurso para escolher uma letra que casasse com a melodia de "Happy Birthday To You". A vencedora foi a paulista Bertha Celeste Homem de Mello, que até sua morte, em 1999, fazia questão de que as pessoas cantassem a letra do jeito que ela escreveu: "Parabéns a você / Nesta data querida / Muita felicidade / Muitos anos de vida."

Mundo Estranho