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Nova Teoria: ''O Big Bang nunca existiu'' (

16/08/2007

O que aconteceu na noite anterior ao Big Bang? O que deixou de existir para que o novo universo-bebê pudesse vir à luz? Questões como essas poderiam ser rapidamente catalogadas como filosofia ou até como metafísica. Não para o Dr. Martin Bojowald, da Universidade da Pensilvânia, Estados Unidos. Para ele essas são algumas das questões mais importantes a serem respondidas pela Física.


E ele está tentando fazer sua parte. Bojowald acaba de apresentar uma teoria que simplesmente elimina a idéia do Big Bang: para ele, o que houve foi um Big Bounce, um Grande Salto. "Meu artigo introduz um novo modelo matemático que nós podemos usar para derivar novos detalhes acerca das propriedades de um estado quântico à medida em que ele viaja através do Big Bounce, que substitui a idéia clássica de um Big Bang como o início do nosso universo," diz ele.

A nova teoria também sugere que, embora seja possível descobrir muitas propriedades dos momentos iniciais do universo, haverá sempre uma incerteza sobre algumas dessas propriedades. Seus cálculos demonstram que existe uma espécie de "esquecimento cósmico", que resulta das extremas forças quânticas existentes durante o Big Bounce.

Big Bang absurdo

O conceito de um Big Bang nada tem de intuitivo. Como também parece ir contra todos os sentidos a idéia de uma velocidade constante e imutável da luz. Mas os físicos sabem que esse é o melhor modelo existente hoje e que esse modelo permitiu avanços científicos cuja comprovação independe da intuição ou da avaliação pelos sentidos. Eles sabem também que um modelo é menos do que uma teoria, que por sua vez é menos do que a realidade.

Einstein descreveu o Big Bang como uma "singularidade" - um termo do jargão científico para absurdo. Essa singularidade teria um volume zero com uma densidade infinita, contendo uma energia também infinita. Essa "sujeira varrida para debaixo do tapete" da Física reapareceu quando surgiu a Mecânica Quântica, que não existia nos tempos de Einstein. A Teoria da Relatividade é muito boa para as grandezas estelares, mas não consegue dar conta das grandezas atômicas - este é o reino da Mecânica Quântica.

Universo anterior

Estas duas teorias parecem irreconciliáveis, sendo a busca de uma forma de compatibilizá-las o maior desafio para os físicos da atualidade. No caso do Big Bang, quando utilizaram as equações da Teoria Quântica para estudar o nascimento do nosso universo, os cientistas descobriram que os resultados apontam para um "átomo primordial" cujo volume não é zero e cuja energia contida não é infinita. Sendo assim, é possível continuar os cálculos para antes da ocorrência do Big Bang. Ou seja, a teoria revela a existência de um universo anterior ao Big Bang, rompendo os limites que a grande explosão primordial representava para os físicos.

Ainda não existe uma nova teoria que possa unificar a Teoria Quântica e a Teoria da Relatividade. Mas existem teorias que se colocam como candidatas a esse posto. Uma das mais fortes candidatas é a Teoria da Gravidade Quântica em Circuito Fechado ("Loop Quantum Gravity"). Foi esta teoria que lançou pela primeira vez a idéia de um Grande Salto - um acontecimento cósmico que representa simultaneamente o fim de um universo e, partir de seus despojos, o nascimento de um novo, - apresentando uma descrição matemática que permite deduzir as propriedades de um universo anterior, cujo colapso fez surgir o nosso.

"A Teoria da Relatividade Geral de Einstein não inclui a física quântica com a qual você deve contar a fim de descrever as energias extremamente altas que dominaram nosso universo durante os primeiros momentos de sua evolução," explica o Dr. Bojowald.

Os fios quânticos do tecido do espaço-tempo

Essa é justamente a pretensão da Teoria da Gravidade Quântica em Circuito Fechado. Ela estabelece que o tecido do espaço-tempo tem uma geometria atômica construída com "fios" quânticos unidimensionais. As leis da física quântica, que dominam as condições extremas nos instantes imediatamente anteriores ao colapso do universo que precedeu o nosso, faz com que esse tecido de espaço-tempo seja violentamente rasgado. A gravidade então se torna fortemente repulsiva e aí se dá o Grande Salto. E nasce o nosso universo.

Nesse acontecimento dramático é possível tirar pelo menos duas conclusões importantes sobre esse universo anterior. A primeira é que ele apresentava um comportamento de contração, contrariamente ao que agora acontece com o nosso, que está em expansão. A segunda é que ele possuía uma geometria do espaço-tempo similar à apresentada pelo nosso universo.

Universos diferentes

O novo modelo matemático que Bojowald acaba de criar dá ferramentas para que se saiba mais a respeito desse universo anterior. Até agora a Teoria da Gravidade Quântica em Circuito Fechado contava apenas com método numéricos, que exigem sucessivas aproximações para se chegar às soluções. O novo modelo matemático resulta em soluções analíticas precisas por meio da solução de uma série de equações matemáticas. E tudo de maneira mais simples, porque o modelo agora é menor.


As equações diferenciais da gravitação quântica do modelo original exigiam sucessivos cálculos que incluíam pequenos incrementos de tempo. O modelo de Bojowald consiste em um modelo integrável, no qual se pode especificar um período cumulativo de tempo para comportar todas as pequenas mudanças incrementais.

As equações do novo modelo necessitam de parâmetros que descrevem o estado do nosso universo de forma precisa, o que significa que os cientistas podem usar o modelo para viajar matematicamente de volta no tempo, dando uma marcha-a-ré na evolução do universo e descobrindo como ele era em seus momentos iniciais. As equações também contêm alguns parâmetros "livres" que não são ainda conhecidos com precisão.

A nova teoria joga por terra um comportamento já levantado por outros cientistas: o de que o universo "renasceria" seguidas vezes, contraindo-se e renascendo sempre com as mesmas características. Pelo menos um dos parâmetros que se referem ao universo anterior não sobrevive à viagem através do Grande Salto - este é o "esquecimento cósmico" a que se refere o cientista. "A eterna recorrência de universos absolutamente idênticos parece ser uma impossibilidade devido à aparente existência de um esquecimento cósmico intrínseco," diz ele.


Inovação Tecnológica

Espionagem: Armas usadas por agentes secretos em guerras

08/08/2007

Os objetos que você verá a seguir são resultado de anos de pesquisa e milhões de dólares investidos pelos principais centros de espionagem do mundo durante os períodos de guerra. Eles estão em exposição em Washington, na sede do Museu Internacional da Espionagem, a primeira instituição pública do gênero no mundo que abriu suas portas no dia 19 de julho. Na entrada, os visitantes ganham nomes secretos e podem testar algumas das traquitanas. A coleção é numerosa: mil peças que pertenceram ao serviço secreto americano e das antigas Alemanha Oriental e União Soviética.



• Tinta invisível

País: Alemanha Oriental
Ano: 1980
Para ler mensagens secretas, agentes do governo usavam canetas que tinham um tipo especial de tinta que só podia ser vista no papel quando submetida aos raios ultravioletas emitidos sob determinadas condições. A maleta da foto continha a parafernália para decifrar essas cartas.



• Sapato grampeado

País: ex-URSS
Ano: 1960
Produzido pelos agentes soviéticos para monitorar conversas secretas durante a Guerra Fria . O transmissor, microfone e baterias são instalados entre a sola e o salto do sapato. Alguém próximo à pessoa investigada (camareiro no hotel, por exemplo) instala a engenhoca nos sapatos. Tudo o que a pessoa fala é então transmitido para uma estação de rádio-escuta.


• Relógio de pulso

País: Alemanha
Ano: 1949
Dentro dele há um filme circular. É suficiente para bater seis fotos enquanto se finge olhar as horas.


• Casaco fotográfico

País: ex-URSS
Ano: 1970
Os russos costumavam usar a câmera F21 para obter fotos clandestinas. A máquina ficava escondida atrás de um botão falso que se abria para bater a foto. O comando era dado a partir de um disparador que ficava em um dos bolsos do casaco. Ele se ligava à máquina por meio de um cabo. A engenhoca ainda está em uso.


• Lança-gás

País: ex-URSS
Ano: 1950
Criado pelo serviço secreto russo para matar de forma silenciosa e sem deixar pistas. No tambor da arma existe um frasco com ácido prússico. Ao apertar o "gatilho", uma fagulha detona o frasco e o ácido se converte em cianureto, um gás fatal. A vítima morre por intoxicação.


• Beijo da Morte

País: ex-URSS
Ano: 1965
À primeira vista parece um batom, inofensivo. Mas é, na verdade, uma pistola calibre 4,5 mm usada pelos agentes da KGB, durante a Guerra Fria.


• Carvão explosivo

País: EUA
Ano: 1942-1945
O explosivo camuflado era utilizado em operações de sabotagem, principalmente em trens e navios. Como parecia um pedaço de carvão, era introduzido nos fornos que faziam mover embarcações e locomotivas. Com o calor, explodiam.


• Decifrador de códigos "Enigma"

País: Alemanha
Ano: 1944
A engenhoca, que codificava e decodificava mensagens, foi utilizada por nazistas para se trocar informações táticas durante a II Guerra Mundial. Os historiadores afirmam que o fato de os Aliados terem descoberto uma forma de desvendá-las garantiu a eles a vitória, em 1945. Mesmo com a derrota, os alemães continuaram buscando uma forma de deixar o aparelho mais complexo. Em 1943, foi preciso utilizar o computador Colossus I, o primeiro do mundo, para decifrar os códigos.



Terra - IstoÉ Online

Maior colecção autocolantes políticos portugueses é espanhola

06/08/2007

Uma das mais completas colecções de autocolantes políticos portugueses, mais de 30 mil exemplares, pertence a um espanhol, Vicente Riego, cujo nome surge no Livro Guinness dos Recordes como proprietário da maior recolha do mundo nesta especialidade.
Riego reivindica mesmo possuir a maior e melhor colecção de autocolantes políticos portugueses, alguns dos quais remontam à campanha presidencial de Humberto Delgado, enquanto outro coleccionador português, Jorge Silva, afirma desconhecer quantos exemplares tem na sua colecção, que disponibilizou no seu blogue (tocolante.blogspot.com).
Residente em Madrid, Espanha, Vicente Clemente Riego, 47 anos, começou a coleccionar autocolantes políticos em 1976 depois da morte do ditador espanhol Francisco Franco (governou o país entre 1939 e 1975) e com o ressurgir da democracia em Espanha, tempos conturbados em que os autocolantes eram um instrumento de propaganda política.
«Desde pequeno que gostava de coleccionar tudo mas o meu sonho era poder fazer uma colecção que mais ninguém tivesse, algo único», explicou, em entrevista à Agência Lusa.
Esta vontade e o interesse pela política fizeram com que Vicente Riego se interessasse por autocolantes políticos, que considera serem um testemunho de uma época.
Era nas ruas, nos comícios ilegais e mais tarde nas sedes dos partidos em contacto com dirigentes e militantes que Vicente Riego conseguia adquirir os autocolantes.
Hoje é na Internet que procura mais exemplares para a sua colecção, com mais de 100 mil exemplares e que não pára de crescer.
Nunca mais esqueceu o dia em que à socapa tirou de um poste de electricidade um autocolante em que se convocava um comício na Plaza Oriente, em Madrid após a morte de Franco, em Novembro de 1975.
«Este foi o autocolante que deu início à minha colecção», contou.
Vicente Riego adiantou que actualmente possui mais de 100 mil autocolantes de cariz político diferentes, sobretudo de Espanha, Portugal, Estados Unidos e América Latina.
Da sua extensa colecção fazem parte mais de 30 mil autocolantes políticos portugueses que vão desde a ditadura de Salazar até à actualidade.
O casamento com uma portuguesa, as viagens ao país e a amizade com alguns políticos facilitaram o acesso aos autocolantes políticos portugueses.
«Comprei algumas colecções em Portugal e fui conseguindo também alguns autocolantes através de amigos», afirmou o advogado, reivindicando ter actualmente a melhor colecção de autocolantes políticos que existe, totalmente classificada com datas e acontecimentos.
«Não existe nada assim nem mesmo em Portugal», garantiu.
Da colecção de autocolantes portugueses, Vicente Riego destaca alguns raros relativos ao 25 de Abril, à campanha eleitoral do general Humberto Delgado (1958), da Mocidade Portuguesa (organização juvenil do Estado Novo), e da União Nacional (partido único do regime, nascido em 1933/34).
Há quatro anos, o advogado espanhol decidiu que a sua colecção deveria ser partilhada com o mundo e colocou parte dos seus autocolantes no site , onde estão disponíveis cerca de cinco mil exemplares.
«Considero que uma colecção deste género não é um artigo pessoal, deve ser partilhada com todas as pessoas», frisou.
No entender de Vicente Riego, esta colecção é muito importante e de grande interesse para o público em geral, novas gerações e antigos lutadores.
«As pessoas têm de saber que a democracia, a liberdade não chegou de qualquer maneira, foi uma luta longa que custou a vida a muita gente», disse o advogado.
Sobre o futuro, Vicente Riego adianta que vai continuar «por muitos e muitos anos a coleccionar autocolantes políticos».
À semelhança de Vicente Riego, também o português Jorge Silva se apaixonou pelo coleccionismo e por autocolantes políticos.
O escriturário de 46 anos não sabe o número exacto de autocolantes que possui, mas diz serem centenas referentes ao período 1974/1978.
«Em Abril de 1974 tinha 12 anos e nesse altura coleccionava tudo desde selos a bilhetes de cinema», contou Jorge Silva em entrevista à agência Lusa.
Seriam as cores, o design e o formato dos autocolantes políticos da época que o levariam a iniciar uma colecção de que desistiria em 1978 por «se terem tornado muito comerciais».
«Adquiria os autocolantes nas ruas, nos comícios e nas festas, quando tinha oportunidade», disse Jorge Silva.
Após esse período, a vida tomou outro rumo e «a colecção ficaria esquecida no sótão».
«Trinta anos depois fui recuperar a colecção, esse pequeno testemunho da vida política da altura, e pensei que era uma pena estarem guardados», revelou.
«Quando entrei no mundo dos blogues, achei que tinha chegado o momento de partilhar com as pessoas os autocolantes que possuía», referiu.
«A jóia da coroa é um autocolante de 1976 da APU cujo símbolo inicial escolhido era igual ao do Movimento Democrático de Libertação de Portugal e que seria cortado para que o símbolo ficasse imperceptível», contou Jorge Silva.
Da colecção fazem parte autocolantes produzidos por partidos, sindicatos, associações de estudantes, desenhos da prisão de Álvaro Cunhal, murais pintados, entre outros.
Jorge Silva diz que não sabe ao certo o número de autocolantes que possui mas assegura que são milhares, sendo que apenas divulgou uma parte no seu blogue tocolante.blogspot.com.
O blogue não tem patrocínios nem cariz partidário, salientando que pretende apenas ser uma «espécie de museu de autocolantes sobre uma época determinante no país».
Na opinião de Jorge Silva, muitas das pessoas que visitam o blogue e que lá deixam comentários fazem-no por revivalismo.
«As pessoas que viveram intensamente aquele período visitam o blogue e contam as suas histórias de vida. É como que uma espécie de álbum de família», disse.

Diário Digital / Lusa

Como é um enterro muçulmano?

02/08/2007

Da mesma forma que os judeus e os cristãos, os muçulmanos acreditam que a vida é apenas uma preparação para o próximo reino. Assim, o enterro é um ritual religioso de grande importância para purificar o corpo do morto e para seus parentes se lembrarem da existência do falecido na Terra.

Eles também crêem no dia do juízo final, na ressurreição, no paraíso e no inferno. Segundo a fé islâmica, quando um muçulmano morre, sua alma é visitada por anjos que julgam as boas e as más ações do morto durante a vida. Esse depoimento ficará guardado em um livro até o dia do juízo final. Os homens bons vão para o paraíso, onde são brindados com um harém de virgens, enquanto os maus são enviados para o inferno. Segundo o profeta Muhammad, depois da morte apenas três coisas podem auxiliar o falecido: sua caridade em vida, o conhecimento que transmitiu e as orações que recebe de um filho virtuoso.

Assim, antes do enterro, o corpo nu do morto é lavado em uma cerimônia geralmente realizada por um membro da família. Em seguida, o cadáver é todo enrolado em um tecido branco de algodão (inclusive o rosto) e levado ao cemitério em um caixão simples, que não é enterrado com o corpo.

Na sepultura, o morto envolto na mortalha branca é colocado em contato com a terra e com a face virada para a cidade sagrada de Meca. A cova recém-aberta tem 1 m de largura por 1,5 m de profundidade. No fundo, uma fenda é cavada para dar formato de "L". A fenda, então, é fechada enquanto versos do Alcorão são recitados. O enterro deve acontecer, de preferência, no dia seguinte à morte. No 2º e no 7º dias após o enterro, são celebrados rituais pelo morto em mesquitas.

fonte: revista Galileu ed.193 agost/2007

China: Camponeses comiam ossos de dinossauro

28/07/2007

Diversos camponeses do centro da China desenterraram mais de uma tonelada de ossos de dinossauro, que cozeram e moeram para usar na medicina tradicional, noticia hoje a imprensa chinesa.

Os camponeses acreditavam que os ossos pertenciam a dragões voadores e tinham poderes curativos, segundo o jornal oficial New Beijing Daily.

Até ao ano passado, os fósseis eram vendidos na província central de Henan como ossos de dragão por cerca de quatro renminbi (40 cêntimos de euro) por quilo, disse o cientista Dong Zhiming ao jornal Luoyang Daily.

Ao descobrirem que os ossos eram de dinossauro os camponeses doaram 200 quilos aos especialistas para investigação.

Durante pelo menos duas décadas, conta Dong, o professor do Instituto de Paleontologia da Academia Chinesa de Ciências, «eles acreditaram que os ossos eram de dragões que voavam pelos céus».

Os ossos, ricos em cálcio, eram fervidos juntamente com outros ingredientes e dados às crianças como um tratamento para as vertigens e cãibras nas pernas.

Outras vezes os ossos eram transformados numa pasta para aplicar directamente nas fracturas ou outras feridas, acrescentou Dong.

Numa escavação recente, um grupo de cientistas descobriu um dinossauro herbívoro, que viveu há 85 a 100 milhões de anos.

Na área, rica em ossos de dinossauro fossilizados que as autoridades locais mostraram terça-feira pela primeira vez ao público, decorrem também escavações de outros dois fósseis de dinossauros.

Diário Digital / Lusa

Canivete Suíço

22/07/2007

Sabendo que o exército do seu país importava canivetes alemães, Karl Elsener abriu a sua fábrica em 1884. Os seus primeiros canivetes Victorinox foram entregues aos soldados suíços em outubro de 1891. Colocou o brasão do país para diferenciá-los dos alemães e baptizou o produto homenageando os seus pais, Victor e Victoria. Para ampliar o negócio e atrair utilizadores mais refinados, Elsener aperfeiçoou o canivete e, assim, surgiram os modelos com ferramentas: abre latas, chave de fendas, punção e saca-rolhas, serrote, alicate, abre garrafas, palito de dentes, pinça, gancho de pesca, lente de aumento e até uma pequena bússola. O produto popularizou-se depois da Segunda Guerra Mundial, com as unidades militares americanas. Hoje, a linha para oficiais tem 100 diferentes combinações.

Britânicas preferem chocolate a sexo, diz pesquisa

13/07/2007

Uma pesquisa realizada pela Universidade do País de Gales revelou que mais de metade das mulheres britânicas prefere comer chocolate a fazer sexo.

Enquanto 87% dos homens disseram que optariam por uma noite de amor, 52% das britânicas admitiram que não resistem às tentações de uma barra de chocolate.

A pesquisa ouviu 1,5 mil britânicos.

Segundo um dos entrevistados, "comer chocolate é prazer garantido. O chocolate nunca decepciona".

O estudo analisou a ligação entre o chocolate e a produção da endorfina, conhecido como "hormônio da felicidade" e mostrou que ambos homens (57%) e mulheres (66%) acham que comer chocolate melhora o humor.

BBC Brasil

A Semana

10/07/2007

Porquê sete dias? A Semana como primeiro agrupamento de tempo criado pelo homem teve grandes variações (de 5 a 10 dias). A semana de 7 dias é uma das instituições mais arbitrárias que utilizamos.

Os gregos antigos não usavam qualquer semana.

Os romanos antigos usavam a semana de 8 dias (sendo 7 úteis e o oitavo de mercado - o "mundinae"). A mudança para os 7 dias é um mistério, embora se saiba que o número 7 assume muitas vezes um carácter mágico: os 7 deuses da felicidade dos japoneses; as 7 colinas de Roma (e de Lisboa); as 7 maravilhas do mundo; os 7 pecados mortais dos cristãos. No século III já os romanos usavam a semana de 7 dias, talvez com alguma influencia judaica já que, como é sabido, Deus criou o mundo em 6 dias descansando no Sabath, que é o "Dia do Senhor" judaico. O Sabath na Roma antiga era observado em honra se Saturno, porque das 7«estrelas» que regem os assuntos humanos é a que tem a mais alta esfera e poder principal. Assim cada dia era dedicado a uma dessas «estrelas» que incluíam o Sol e a Lua , mas não a Terra (porque ela estava no centro), pela ordem seguinte: Sol, Lua, Marte, Mercúrio, Júpiter, Vénus e Saturno (ordem pela qual giravam em volta da Terra e que vigorou até Copérnico). A ordem dos nomes dos dias da semana relacionava-se com a ordem das «estrelas» que os romanos acreditavam regerem a primeira hora de cada um dos dias. A nomenclatura sobreviveu no Francês, Inglês, Italiano e Espanhol.

Veja-se o exemplo Inglês:

Sunday - dia do sol

Monday - dia da lua

Tuesday - dia de marte

Wednesday - dia de mercúrio

Thursday - dia de júpiter

Friday - dia de vénus

Sutarday - dia de saturno

A tentativa de apagar a idolatria substituindo esses nomes por um simples número de ordem resultou no Português e em Israel. No Grego e no Russo modernos também desapareceram as referencias aos planetas.

Quando o cristianismo se implantou no império romano, deu-se a deslocação do "Dia do Senhor" para o domingo por ser o dia em que tradicionalmente as pessoas se reúnem no mercado, e o dia da ressurreição de Cristo. Os cristãos adoptaram o ritual da Eucaristia, a representação simbólica do drama de Cristo e da sua última ceia em que cada membro da comunidade se transforma em apóstulo. Cristo é por vezes identificado com o "sol nascente" dissipador das trevas.

Os mitraístas Persas, adoradores do deus - sol, Mitra, e principais rivais dos cristãos no império romano, usavam também uma semana de 7 dias, e reverenciavam naturalmente o dia do Sol.

A semana de 7 dias inspirada nos planetas foi um caminho para a astrologia, que representa um avanço em relação às anteriores técnicas de profecia, baseadas no sacrifício de animais. Os Babilónicos elaboraram uma estrutura mitológica para as correspondencias do universo entre o desenvolvimento dos astros e o desenrolar da vida do homem, que se perpetuou no imaginário grego, romano e judaico. O céu foi o primeiro laboratório científico da humanidade da astrologia social ou geral, que previa acontecimentos relevantes para a comunidade; a astrologia pessoal, ou genetliogia, desenvolveu-se posteriormente e mais lentamente. Já na grécia antiga haviam correntes a favor e contra a astrologia. As correntes contra baseavam-se na casualidade dos nomes dos astros, e nestas salientavam-se os Epicuristas que renegavam o facto de poder ser o homem um "escravo das estrelas". Na roma antiga a astrologia ascendeu ao mais alto nível social. Os astrólogos, designados por Caldeus (da Babilónia) ou por matemáticos, eram uma profissão reconhecida e valorizada. Os imperadores guiavam-se pelos seus conselhos para governar, o no circo romano as corrifdas de carros tinham 7 pistas que representavam as 7 "estrelas". Os imperadores cristãos tentaram banir a astrologia, mas em vão.

A Cidade mais Antiga do Planeta

Nós aprendemos na escola que a civilização partiu do Velho Mundo para o Novo Mundo. Porém, há evidências de que o Homem construiu cidades no Novo Mundo milhares de anos antes do que a história conta. Tradicionalmente, a cidade mais antiga do mundo seria Jericó, no Velho Mundo, datada de cerca de 8 mil a.C.. Porém, foram encontradas na América do Sul, evidências de uma cidade que pode ter o dobro da idade de Jericó.

Localizada no Peru, a 3.750 metros de altura, Tiahuanaco é uma das cidades mais misteriosas do mundo. A princípio, acreditava-se que ela havia sido construida pelos antecessores dos Incas, há 2 mil anos. Mas, perto da virada do século, o erudito boliviano Arthur Posnansky deu início a um estudo de 50 anos nas ruinas de Tiahuanaco. Com a ajuda da astronomia, Posnansky descobriu algo que daria início a muita polêmica no meio científico, como era de se esperar: calculou que Tiahuanaco havia sido erguida há mais de 17 mil anos, muito antes que, supostamente, qualquer civilização existisse.

Esta fabulosa cidade foi chamada de "o berço da civilização" por Posnansky. Apesar de ter sido confirmada, por engenheiros, a acuidade das medições de Posnansky, sua conclusão nunca foi aceita. Porém, Neil Steede, um arqueólogo perito em América Central, decidiu reabrir esta controversa investigação. Neil visitou o novo sítio de escavação do Dr. Oswaldo Rivera, perito em arqueologia boliviana, a pirâmide Akapana. Hoje, grande parte está em ruinas, mas a base foi milagrosamente preservada e prova a avançada capacidade dos construtores.

As pedras desse sítio estão perfeitamente colocadas. Cientistas tentaram inserir uma agulha e uma carta de baralho em todos os pontos da junção e não foi possível. Hoje já se sabe que a cidade foi construida segundo alinhamentos astronômicos. Partindo disso, Neil Steede usou os mesmos alinhamentos astronômicos para datar o sítio.

Posnansky observou que no 1° dia de primavera, o Sol se ergueu exatamente no centro do templo através da arcada. Baseado no desenho do templo, deduziu que no 1° dia do inverno e do verão o Sol deveria se erguer por sobre as pedras angulares. Mas isto não ocorria. A posição do Sol, por alguma razão passava um pouco dos marcadores de ângulo. Em Tiahuanaco, a arquitetura está alinhada perfeitamente com os pontos cardeais. Porém, medindo-as precisamente, são encontrados "erros". O Dr. Rivera acredita que sejam simples erros de construção, sem relação com a data em que foi construida.

Observando a perfeição com que foi feito este sítio, com pedras de mais de 100 toneladas, sugerir que coisas como marcadores de solstício estejam desalinhados é inacreditável, e, como Posnansky, Neil também acha que os marcadores de solstício estão localizados com precisão, como tudo mais no sítio. De fato, este foi o argumento que Posnansky usou para calcular a idade do sítio. Medindo o ângulo das pedras angulares e comparando-o a posição do nascer do Sol de hoje, Posnansky pode calcular que Tiahuanaco foi construida a 17 mil anos. Porém, naquela época, o ângulo do eixo de inclinação da Terra era levemente diferente do atual. Então, o Sol no verão e no inverno deve ter se erguido diretamente sobre as pedras angulares.

Hoje, temos medidas astronômicas melhores devido aos satélites e computadores. Foram feitos novos cálculos baseados nestas informações e foi descoberta uma data não menos surpreendente: 12 mil anos. Mas isso ainda faz de Tiahuanaco a cidade mais antiga da face da Terra.

No livro Chronicles of Peru, escrito no século XVI, Garcia de la Vega diz que quando os espanhóis chegaram à América do Sul, perguntaram aos Incas se eles haviam construido a incrível cidade de Tiahuanaco. Os Incas disseram que não. De fato, eles riram da idéia e afimaram que não tinham nada a ver com a cidade e que ela havia sido construida milhares de anos antes deles.

Hoje, o que é divulgado nos meios científicos, é que o Homem chegou à América do Sul há cerca de 15 mil anos atrás, os chamados "caçadores errantes". Porém, as evidências acima sugerem que Tiahuanaco tenha sido construida por uma civilização muito avançada. Talvez muito mais do que se imagine.

Ao restaurar o templo de Puma Punka, Dr. Rivera e sua equipe acharam uma estranha depressão entre dois blocos de pedra. Ao espanar a poeira, notaram um brilho de metal. Os construtores de Tiahuanaco cavaram um encaixe na pedra e nele derramaram uma liga que se endurecia e se transformava em um grampo. Este grampo era utilizado para segurar os blocos de pedra juntos. O mais impressionante é que para mover a liga derretida para cada lado onde um grampo era necessário, precisariam ter algo como um forno de fundição portátil para manter o metal em estado líquido.

O mesmo método de construção foi utilizado também pelos construtores egípcios. A antiguidade e a sofisticação tecnológica em Tiahuanaco deveriam fazer com que cada um de nós questionasse as origens da civilização.

China: Peritos encontram construção misteriosa em mausoléu

07/07/2007

Arqueólogos chineses confirmaram, após cinco anos de investigação, a existência de uma misteriosa construção de 30 metros de altura enterrada no mausoléu do primeiro imperador chinês, escoltado pelos famosos guerreiros de terracota.
Segundo a agência Xinhua, a edificação está rodeada por muros e poderia ter servido para que «a alma do imperador passasse a uma vida melhor».
Desde 2000, os arqueólogos utilizaram tecnologia sensorial remota para estudar a estrutura interna do mausoléu, cuja escavação está suspensa há anos porque os meios utilizados na China não garantem a conservação do túmulo.
A construção descoberta está sepultada sob o túmulo principal e cada muro conta com nove degraus, explicou Duan Qingbo, do Instituto de Arqueologia de Shaanxi, onde está localizado o mausoléu do primeiro imperador.
Qin Shihuang (221-206 a.C.) começou a reinar com apenas 13 anos, foi o primeiro imperador que conseguiu unificar o país e estabeleceu a sua capital perto de Xian. Lá, em 1974, um camponês descobriu o túmulo com os guerreiros de terracota.
Até agora foram desenterrados só mil dos 8.000 guerreiros que, segundo os especialistas, escoltavam o túmulo.
As investigações realizadas até agora estimam que o mausoléu tenha 2,13 quilómetros quadrados de superfície e, junto com outras 181 tumbas estendidas pela zona, cubra uma superfície total de 60 quilómetros quadrados.

A Cidade mais Antiga do Planeta

Nós aprendemos na escola que a civilização partiu do Velho Mundo para o Novo Mundo. Porém, há evidências de que o Homem construiu cidades no Novo Mundo milhares de anos antes do que a história conta. Tradicionalmente, a cidade mais antiga do mundo seria Jericó, no Velho Mundo, datada de cerca de 8 mil a.C.. Porém, foram encontradas na América do Sul, evidências de uma cidade que pode ter o dobro da idade de Jericó.

Localizada no Peru, a 3.750 metros de altura, Tiahuanaco é uma das cidades mais misteriosas do mundo. A princípio, acreditava-se que ela havia sido construida pelos antecessores dos Incas, há 2 mil anos. Mas, perto da virada do século, o erudito boliviano Arthur Posnansky deu início a um estudo de 50 anos nas ruinas de Tiahuanaco. Com a ajuda da astronomia, Posnansky descobriu algo que daria início a muita polêmica no meio científico, como era de se esperar: calculou que Tiahuanaco havia sido erguida há mais de 17 mil anos, muito antes que, supostamente, qualquer civilização existisse.

Esta fabulosa cidade foi chamada de "o berço da civilização" por Posnansky. Apesar de ter sido confirmada, por engenheiros, a acuidade das medições de Posnansky, sua conclusão nunca foi aceita. Porém, Neil Steede, um arqueólogo perito em América Central, decidiu reabrir esta controversa investigação. Neil visitou o novo sítio de escavação do Dr. Oswaldo Rivera, perito em arqueologia boliviana, a pirâmide Akapana. Hoje, grande parte está em ruinas, mas a base foi milagrosamente preservada e prova a avançada capacidade dos construtores.

As pedras desse sítio estão perfeitamente colocadas. Cientistas tentaram inserir uma agulha e uma carta de baralho em todos os pontos da junção e não foi possível. Hoje já se sabe que a cidade foi construida segundo alinhamentos astronômicos. Partindo disso, Neil Steede usou os mesmos alinhamentos astronômicos para datar o sítio.

Posnansky observou que no 1° dia de primavera, o Sol se ergueu exatamente no centro do templo através da arcada. Baseado no desenho do templo, deduziu que no 1° dia do inverno e do verão o Sol deveria se erguer por sobre as pedras angulares. Mas isto não ocorria. A posição do Sol, por alguma razão passava um pouco dos marcadores de ângulo. Em Tiahuanaco, a arquitetura está alinhada perfeitamente com os pontos cardeais. Porém, medindo-as precisamente, são encontrados "erros". O Dr. Rivera acredita que sejam simples erros de construção, sem relação com a data em que foi construida.

Observando a perfeição com que foi feito este sítio, com pedras de mais de 100 toneladas, sugerir que coisas como marcadores de solstício estejam desalinhados é inacreditável, e, como Posnansky, Neil também acha que os marcadores de solstício estão localizados com precisão, como tudo mais no sítio. De fato, este foi o argumento que Posnansky usou para calcular a idade do sítio. Medindo o ângulo das pedras angulares e comparando-o a posição do nascer do Sol de hoje, Posnansky pode calcular que Tiahuanaco foi construida a 17 mil anos. Porém, naquela época, o ângulo do eixo de inclinação da Terra era levemente diferente do atual. Então, o Sol no verão e no inverno deve ter se erguido diretamente sobre as pedras angulares.

Hoje, temos medidas astronômicas melhores devido aos satélites e computadores. Foram feitos novos cálculos baseados nestas informações e foi descoberta uma data não menos surpreendente: 12 mil anos. Mas isso ainda faz de Tiahuanaco a cidade mais antiga da face da Terra.

No livro Chronicles of Peru, escrito no século XVI, Garcia de la Vega diz que quando os espanhóis chegaram à América do Sul, perguntaram aos Incas se eles haviam construido a incrível cidade de Tiahuanaco. Os Incas disseram que não. De fato, eles riram da idéia e afimaram que não tinham nada a ver com a cidade e que ela havia sido construida milhares de anos antes deles.

Hoje, o que é divulgado nos meios científicos, é que o Homem chegou à América do Sul há cerca de 15 mil anos atrás, os chamados "caçadores errantes". Porém, as evidências acima sugerem que Tiahuanaco tenha sido construida por uma civilização muito avançada. Talvez muito mais do que se imagine.

Ao restaurar o templo de Puma Punka, Dr. Rivera e sua equipe acharam uma estranha depressão entre dois blocos de pedra. Ao espanar a poeira, notaram um brilho de metal. Os construtores de Tiahuanaco cavaram um encaixe na pedra e nele derramaram uma liga que se endurecia e se transformava em um grampo. Este grampo era utilizado para segurar os blocos de pedra juntos. O mais impressionante é que para mover a liga derretida para cada lado onde um grampo era necessário, precisariam ter algo como um forno de fundição portátil para manter o metal em estado líquido.

O mesmo método de construção foi utilizado também pelos construtores egípcios. A antiguidade e a sofisticação tecnológica em Tiahuanaco deveriam fazer com que cada um de nós questionasse as origens da civilização.

Talheres, chá, autoclismo e...

O uso de talheres só apareceu na altura em que reinava o famoso Luis XIV.
Até esta altura o que se fazia era... comer com as mãos...
Naquela altura as pessoas não gostavam da ideia porque dava muito trabalho usar talheres...
Diz-se hoje em dia que uma das razões para levar as pessoas a usarem talheres foi exactamente o facto de não ser necessário... LAVAR AS MÃOS.


Foi em 1778 que Joseph Bramah inventou um mecanismo tão usado hoje em dia que é o autoclismo...


O carrinho do Supermercado surgiu quando o dono da cadeia de supermercados "Humpty-Dumpty", Sylvan Goldman, se apercebeu que os seu clientes paravam de comprar quando os cestos das compras ficavam pesados. Foi aí que resolveu instalar umas rodas nesses cestos.


O chá é vendido hoje em dia em saquetas de papel porque Thomas Sullivan, para poupar dinheiro, enviou algumas amostras em saquetas de papel em vez de usar as tradicionais caixas metálicas. Os clientes não sabiam, pegaram nessas amostras e colocaram-nas directamente na água.